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Nova Fase... Nós somos o mundo... Nós Somos o MundoE vem um tempo onde há um importante chamado Quando o mundo vem junto, como um só Nele há pessoas morrendo Oh, e é tempo de "dar uma mão" à vida O melhor presente de todos
Nós não podemos pretender, dia-a-dia Que alguém, uma hora irá mudar Nós todos somos uma parte da grande família de Deus E a verdade Você sabe que o amor é tudo o que precisamos
Nós somos o mundo, nós somos as crianças Nós somos os únicos que fazem um dia brilhante, então comece a dar É uma escolha que estamos fazendo: podemos salvar nossas vidas É verdade, podemos fazer um dia melhor, apenas você e eu
Bem, abrindo seu coração, então eles saberão os muitos cuidados E suas vidas serão mais fortes e livres Em deus somos salvos, transformando rochas em pão E então todos nós podemos dar uma mão
Nós somos o mundo, nós somos as crianças Nós somos os únicos que fazem um dia brilhante, então comece a dar É uma escolha que estamos fazendo: podemos salvar nossas vidas É verdade, podemos fazer um dia melhor, apenas você e eu
Quando você está no chão e parece que não há esperança para ninguém Mas se você apenas acreditar, não tem como você cair Bem, bem, bem, vamos fazer uma mudança que só assim poderá acontecer Quando nós. Aguardem ...todos somos um só !!!! Escrito por Luciana às 09h06 PM [] [envie esta mensagem] [link] Dia dos Namorados!! "Cada qual sabe amar a seu modo; o modo pouco importa; o essencial é que saiba amar." (Machado de Assis)
Escrito por Luciana às 12h23 AM [] [envie esta mensagem] [link] Eu volteiiiiii!!!! Fazem quase 2 anos que não blogo(não sei se existe essa palavra, mas se não existir...inventei agora) nada!!! Absolutamente nada!!! E decidi blogar mais uma vez...e dessa vez tentarei ser constante...kkkkk!!! E vou deixar umas coisas bem legais postadas...prometo!!! Abraços e beijos a tod@s!!! Estou sem inspiração agora...é que a monografia tem me sugado tudo!!! Escrito por Luciana às 12h09 AM [] [envie esta mensagem] [link] UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO/FACED DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO I Por Luciana Miranda ARTIGO Escola: um convite à exclusão? Palavras-chave: Histórico - Exclusão Digital – Novos Modelos de Educação Resumo Este artigo contextualiza a internet em seu surgimento, falando das eras de desenvolvimento da internet, e depois mostrando a importância de uma nova educação ou educações para a nova sociedade que está emergindo. O quanto a mudança é mais do que necessária neste momento atual. Que todos os envolvidos no processo educativo devem estar atentos para não serem engolidos pelo sistema cruel, autoritário e imposto. As mudanças profundas ocorrem quando realmente existe interação entre os atores educacionais e os equipamentos tecnológicos (sendo estes considerados como fundamento do saber e não somente como ferramenta) e também um verdadeiro compromisso com a educação. Escrito por Luciana às 01h29 AM [] [envie esta mensagem] [link] 1ª Parte do artigo A internet foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos. Mas como toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável. Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques. A idéia era montar uma rede sem um comando central, ou seja, um sistema no qual todos os pontos (os nós da rede) tivessem a mesma importância e por onde os dados fossem transmitidos em qualquer sentido. A ARPANET foi desenvolvida exatamente para esta função, descentralizar. Com um Back Bone (que significa em português - espinha dorsal - designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente de elevada velocidade, relativamente ao ponto de acesso), que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível. Era composta por apenas quatro servidores, na Universidade da Califórnia Assim, o desenvolvimento histórico da internet pode ser dividido em quatro grandes momentos, ou quatro Eras, cada uma delas com suas contribuições tecnológicas e culturais pra o desenvolvimento da rede. São elas: 1. Era Militar (segunda metade da década de 1960); 2. Era Acadêmica (décadas de 1970 e 1980); 3. Era Comercial ou Especulativa (no Brasil só acontece a partir de 1995); 4. Era Midiática (iniciada após grande explosão de uso da internet nos anos de 1999 e 2000). No início, na era militar, deu-se o primeiro passo para o desenvolvimento tecnológico, na era acadêmica, os centros de pesquisas e universidades garantiram a expansão da web pelo mundo, na era comercial, a internet se tornou a galinha dos ovos de ouro da nova economia e muito capital especulativo foi apostado em negócios online. O que aconteceu depois, na Era Midiática é que o foco recai sobre a audiência que os usuários da internet podem proporcionar a uma determinada informação. E trata-se de uma audiência diferenciada e com características únicas, que lhe garantem certas qualidades que a destacam da audiência proporcionada por outras mídias. Atualmente, vivemos numa sociedade chamada de tecnológica, por apresentar uma velocidade e quantidade muito grande de informações, o que acaba provocando mudanças na maneira de ser, de pensar e de agir e na construção de uma nova leitura do mundo. Essas tecnologias envolvem a oralidade, a escrita e a informática. Porém, nem todos têm acesso a essa gama de informações e possibilidades. A tecnologia não é mais o simples saber como-fazer da técnica. Ela exige, por parte de seus agentes, um profundo conhecimento do porquê e de como seus objetivos são alcançados. Além disso, exige da sociedade em que ela se instalou uma reformulação de sua estrutura e metas. Ela tem que ser aprendida através de um sistema educacional bem preparado e aberto para lidar com as múltiplas informações, o que significa não ser tragado por elas, mas torná-las conhecimento. No mundo moderno, a globalização aparece como um movimento sócio-politíco de derrubada de fronteiras, sejam elas físicas ou ideológicas. Mas tudo isto não passa de teoria, pois as segregações, as divisões continuam a aumentar. Não que a globalização, somente, seja a causadora da falta de democratização das informações, do conhecimento e da acessibilidade, mas como ao longo da história da humanidade o saber (conhecimento) esteve sempre associado ao poder, e sempre se deu de forma seletiva e criteriosa. E por este motivo, deve-se ter cautela, porque quem controla os movimentos da globalização, são os mesmos que sempre estiveram no poder. Então, o conhecimento continua sendo para a elite e na elite. Percebe-se isso, no número de usuários de internet, que mesmo nos dias atuais, ainda é muito pequeno quando comparado ao número da população capaz de utilizá-la – segundo o IBOPE (Internet Release Janeiro, 2006). No Brasil, somos apenas 12 milhões de usuários ativos na internet, para uma população de mais de 180 milhões de habitantes. Então se há exclusão digital, acaba-se aprofundando a exclusão sócio-econômica. “Pode-se produzir uma divisão entre as pessoas, a saber: uma divisão entre os que têm algo que é socialmente importante e os que não têm. Esse ‘algo’ no caso é a informação no sentido mais amplo do termo.” (SCHAFF, 1995). E é aí que entra a escola, já que ela não pode fugir, também, deste envolvimento. Morin diz que: “Hoje é preciso inventar um novo modelo de educação, já que estamos numa época que favorece a oportunidade de disseminar um outro modo de pensamento” (MORIN apud SILVA, 2000, p.23), ou seja, é necessário se inventar um novo modelo de educação. Escrito por Luciana às 01h28 AM [] [envie esta mensagem] [link] continuação... O educador brasileiro Paulo Freire diz em seus livros Pedagogia do Oprimido e Educação e Mudança que “o educando recebe passivamente os conhecimentos, tornando-se um depósito do educador. Educa-se para arquivar o que se deposita. Mas que a educação para ser autêntica, não se faz de ‘A’ para ‘B’ ou de ‘A’ sobre ‘B’, mas de ‘A’ com ‘B’, mediatizados pelo mundo”. Tradicionalmente, os professores vêm reproduzindo a sala de aula centrada na transmissão de informações. Tradicionalmente, a sala de aula é identificada com o ritmo monótono e repetitivo associado ao perfil de um aluno que permanece demasiado tempo inerte, olhando o quadro, ouvindo récitas, copiando e prestando contas. Assim tem sido a pragmática comunicacional da sala de aula: o falar/ditar do mestre. (SILVA, 2000, p.21) Não se trata, portanto, de fazer a mesma educação que sempre se fez, agora com o acréscimo de uma nova tecnologia. Trata-se de fazer uma “educação outra”. (MARQUES apud BONILLA, 1999) E nesse novo modelo de escola proposto, o professor rompe com a tradição do falar/ditar e convida os alunos a saírem da passividade de receptores para ocuparem o lugar de atores do processo. O professor deve acompanhar e revigorar o compromisso social da escola com a formação dos novos cidadãos. “De mero transmissor de saberes (o professor) deverá converter-se em formulador de problemas, provocador de interrogações, memória viva de uma educação, que valoriza e possibilita o diálogo entre culturas e gerações”. (BARBERO apud SILVA, 2000) “Ao professor não cabe mais o papel de detentor da verdade absoluta, mas cabe-lhe transformar o espaço da aprendizagem em um ambiente desafiador, promovendo o desenvolvimento da autonomia, da criticidade, da criatividade e da auto-estima do aluno”.(SANTOS apud ALVES e SILVA, 2001) É necessário perceber a importância da articulação dos meios tecnológicos presentes na escola com seu projeto pedagógico, possibilitando a aprendizagem em rede (que amplia a participação e socialização em diversas áreas) e criando novas possibilidades no que concerne à atividade de ensinar e aprender. Até chegar a esse ideal, ainda serão percorridos muitos caminhos. Por este motivo, a escola continua formando excluídos, que estão a parte de todas estas mudanças que estão ocorrendo no mundo e estes que ficam de fora do processo, serão a mais nova forma de segregação: a dos sem-acesso a novas tecnologias. Escrito por Luciana às 01h27 AM [] [envie esta mensagem] [link] Referências: -ALVES, Lynn Rosalina Gama e SILVA, Jamile Borges da(orgs.). Educação e Cibercultura. Salvador: EDUFBA, 2001. - BONILLA, Maria Helena. Escola Aprendente: para além da Sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. -FREIRE, Paulo; tradução de Moacir Gadotti e Lillian Lopes Martin. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. -FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978. -GRINSPUN, Mirian P. S. Zippin. (org.). Educação tecnológica: desafios e perspectivas. – 2. ed. – São Paulo: Cortez, 2001 -SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quarter, 2000. Escrito por Luciana às 01h26 AM [] [envie esta mensagem] [link] Em tempos de internet... O amor nos tempos do ctrl+alt+del
Em tempo de relacionamento online, é fácil encontrar milhares de razões para ficar com pulgas ( e scraps ) atrás da orelha.
O Orkut – site de relacionamento que reúne as mais diversas tribos – é um prato cheio para quem procura sarna para se coçar. Fuçar bolso de paletó, cheirar cangote enquanto o outro dorme: coisa do passado. Como tudo no mundo virtual, quem faz o passe e cabeceia é o próprio internauta. Na melhor das hipóteses, um detetive amador aliviado. Na pior, um corno interativo.
O scrapbook ( livro de recados ) é o novo bolso de paletó. Uma simples olhadela basta para conferir não só os bilhetes alheios, mas também a procedência – com direito à ficha completa do autor.
Infelizmente nem tudo está claro no Orkut. Glúteos caprichados são exibidos, ainda que disfarçadamente ( às vezes, meio de ladinho ) nos álbuns dos usuários. Mas sempre estarão sujeitos a acusações típicas do meio digital.
Se a celulite não ficará devidamente comprovada no Orkut, imagine os supostos casos extraconjugais. Funciona assim: moça solteira fazer parte do grupo de amigos do namorado alheio é coisa suspeita. Se mandar recado pessoal, é tachada de ave. Mandou “rs” ( risos ) ou “bjs” ( beijos ), vira gado.
Prova é que mais de 8 mil meninas se alfinetam na comunidade Tem um curral no Orkut dele. E 84 mil pessoas participam da comunidade Descobri pelo Orkut – ou seja, boi amarrado também pasta na rede.
No tempo das pulgas ( analógicas ) que ficavam atrás das nossas orelhas, quando nem imaginávamos que um dia existiria o tal “relacionamento virtual”, infidelidade era uma praga que dava na testa e doía no cotovelo. Alguns afogavam as pulgas em vodca pura, depois pediam banho e tosa e seguiam com as feridas reais. Mas tinha fim. O mundo cibernético, contudo, não tem limites. Fuçando bem, dá para achar dez pulgas e um carrapato por dia, até o fim da vida...
Solução recomendada: já que não é possível limitar o acesso do cônjuge, o jeito é não procurar sarna para se coçar. Segunda opção ( mais dramática 0: puxar o rapaz – ou a moça – da tomada e deletar o mal pela raiz.
Só não vale depois, ficar andando por aí com cara de “servidor não encontrado”... rsrsrsrrs!!
Escrito por Luciana às 12h33 PM [] [envie esta mensagem] [link] Apresentação dos grupos A primeira apresentação foi de tv, vídeo e educação e o pessoal deu um show!! Deixou um gostinho de quero mais...tudo foi muio bem preparado, deu para perceber na segurança das falas do grupo. A segunda apresentação foi do grupo de impressos e educação e quem mais me supreendeu no grupo foi Ionara, que durante o semestre sempre se manteu caladinha e na hora de apresentar o trabalho foi um sucesso. Mas toda equipe se saiu muito bem. Depois foi o grupo de Rádio e educação que trouxe várias novidades ao falar da história do rádio. A última apresentação foi a de Internet e educação, que foi apresentado por mim e pelas companheiras Ilma Barreto, Joselli Barbosa, Karina Monteiro e Viviane Sena. Foi muito gostoso fazer a pesquisa, preparar o trabalho para que toda a turma gostasse e a preocupação que o grupo ficou em não deixar o trabalho monótono. Convidamos o professor Nelson Pretto para dar uma palavrinha para a turma, o que enriqueceu muito o trabalho, apesar do puxão de orelha que ele nos deu, por estarmos usando Windows, ao invés de Linux.( E Bonilla já tinha nos dado um puxão de orelha no começo da aula por este mesmo motivo, risos!). Bom, esta não é a turma 2004.1, que é a turma que eu entrei na faculdade, mas adorei conhecer novas colegas e poder compartilhar com elas conhecimentos. Foi muito bom conviver com vocês este semestre. Beijos a tod@s!!!
Escrito por Luciana às 11h04 AM [] [envie esta mensagem] [link] Falando sobre Software Livre... O que é o Software Livre? Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade, para os usuários do software: * A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade no. 0) * A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade no. 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. * A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade no. 2). * A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade no. 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial. A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial. Porque software livre? O software livre tornou-se nos últimos anos uma alternativa econômica e financeiramente viável ao modelo atual de licenciamento de software e a sua política abusiva de renovação constante de licença e atualização de hardware. O software livre passa a ser uma solução para as milhões de cópias de software piratas que existem espalhados pelo Brasil e pelo mundo. O software livre não tem "um dono", ou seja, não há uma grande empresa de software por trás. Todos que decidem usar um software livre devem seguir suas regras na qual um software livre não pode deixar de ser livre, pode ser copiado sem que isso seja pirataria e pode ser alterado já que o código fonte é aberto para todos. Talvez a única restrição é que ele não pode deixar de ser livre. E o Software Proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo. Dei uma passada no site do governo federal e peguei as diretrizes da implementação do Software Livre do governo federal...mas será que isto realmente anda acontecendo??? Será? Será??? Diretrizes 01) Priorizar soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação. 02) Priorizar a plataforma Web no desenvolvimento de sistemas e interfaces de usuários. 03) Adotar padrões abertos no desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação e o desenvolvimento multiplataforma de serviços e aplicativos. 04) Popularizar o uso do software livre. 05) Ampliar a malha de serviços prestados ao cidadão através de software livre. 06) Garantir ao cidadão o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigá-lo a usar plataformas específicas. 07) Utilizar o software livre como base dos programas de inclusão digital. 08) Garantir a auditabilidade plena e a segurança dos sistemas, respeitando-se a legislação de sigilo e segurança. 09) Buscar a interoperabilidade com os sistemas legados 10) Restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária. 11) Realizar a migração gradativa dos sistemas proprietários. 12) Priorizar a aquisição de hardware compatível às plataformas livres. 13) Garantir a livre distribuição dos sistemas em software livre de forma colaborativa e voluntária. 14) Fortalecer e compartilhar as ações existentes de software livre dentro e fora do governo. 15) Incentivar e fomentar o mercado nacional a adotar novos modelos de negócios em tecnologia da informação e comunicação baseados em software livre. 16) Promover as condições para a mudança da cultura organizacional para adoção do software livre. 17) Promover capacitação/formação de servidores públicos para utilização de software livre. 18) Formular uma política nacional para o software livre. SEJA LIVRE VOCÊ TAMBÉM!!! SOFTWARE LIVRE!!!! SOFTWARE LIVRE!!! ![]() Pesquisa: www.wikipedia.org www.softwarelivre.gov.br www.gnu.org Escrito por Luciana às 04h03 PM [] [envie esta mensagem] [link] Diário de bordo - Viagem para Juazeiro Chegamos ontem(domingo, 05 de novembro de 2006) de viagem do XVIII ENEESPe em Juazeiro-Bahia. O encontro foi bastante interessante, apesar de alguns contratempos, como por exemplo a falta de agua e a demora na alimentação. Outra coisa que puder perceber no encontro, foi a imagem que a UFBA e a UNEB(Salvador) tem no interior. Eles nos chamam de primos ricos(da Pedagogia). O que é um absurdo, porque pelo menos pra mim, nunca fiz distinção nenhuma com os cursos de Pedagogia do interior ou de universidades particulares. Percebi que, na verdade, são eles que acabam dividindo e criando preconceitos com relação a UFBA e a UNEB-Salvador. E assim acabam também dividindo todo o movimento estudantil de Pedagogia, porque eles acabam sendo do contra só por ser e não por argumentos ou questionamentos coerentes. No mais, a viagem foi um sucesso!! Considero que nós da gestão Vamos à Luta estamos de parabéns(sou suspeita pra falar, rsrsrsrs!!), pelos esforços, pelo trabalho, pelas aulas não idas para que pudessemos de fato concretizar nossa viagem!! Valeu!! Ano que vem tem Encontro Nacional no Maranhão e ai Vamos à Luta!
Escrito por Luciana às 07h04 PM [] [envie esta mensagem] [link] Ser mãe é desdobrar fibra por fibra Todo o bem que a mãe goza é bem do filho, Ser mãe é andar chorando num sorriso! Mãe, te amo!! Obrigada por tudo! Escrito por Luciana às 07h58 PM [] [envie esta mensagem] [link] Falando um pouco de simulação - aula do dia 17/10/2006 A idéia de simulação implica no colapso de distinções entre a coisa representada e a representação em si mesma, ou, em outras palavras, entre a imagem do objeto e o próprio objeto, que se caracteriza, na discussão tradicional, por ser algo com o qual efetivamente se pode manter sempre proximidade e contato. Por exemplo, " Ninguém vai a Nova Iorque pela primeira vez". Afinal, a cidade já foi experimentada por meio do cinema em diversas ocasiões, tantas vezes vista e sentida, que real e imagem, aqui, não se distinguem. Ambos saem de cena e dão lugar às simulações. Um outro exemplo,a máquina representa o homem que se torna um elemento virtual deste sistema. As representações são simuladas em um ambiente de redes que fornecem uma ilusão de informações e descobertas. Tudo é previamente estabelecido: "O sistema gira deste modo, sem fim e sem finalidade". Em computação, simulação consiste em empregar técnicas matemáticas em computadores com o propósito de imitar um processo ou operação do mundo real. Desta forma, para ser realizada uma simulação, é necessário construir um modelo computacional que corresponda à situação real que se deseja simular. São alguns casos clássicos que justificam a simulação: * Para descrever o comportamento de um sistema. A simulação pode ser usada para mostrar como um sistema funciona, ao contrário de como as pessoas acreditam que funcione. * Quando experimentar é dispensioso. Em casos em que uma experiência real seria onerosa, a simulação pode oferecer bons resultados sem a necessidade de grandes investimentos. * Quando experimentar não é adequado. Por exemplo, não é adequado experimentar o sistema de contingência de uma usina nuclear. Abraços e espero que todos tenham entendido, nem que seja um pouco, sobre simulação. Escrito por Luciana às 03h41 PM [] [envie esta mensagem] [link] To em falta!! Nunca mais escrevi no meu diário eletrônico...to realmente em falta. Mas ta me faltando inspiração, motivação e outros ãos por ai. rsrsrsrrssr!!! Mas algumas novidades estão acontecendo e vão acontecer... estou mais tranquila com meu coração e minha irmã receberá o "canudo" de bacharel em Turismo, no dia 11 de outubro deste ano, na UNEB. Para minha família esta é a comemoração de uma grande vitória. Estou muitooooooooo feliz...só faz falta a presença de meu pai que era o maior incentivador dessa vitória. Mas sei que onde ele estiver, ele estará bem feliz e se sentindo vitorioso tanto quanto nós. É isso ai!!! Um beijo no coração de todos...fiquem com Deus!!!
Escrito por Luciana às 11h43 PM [] [envie esta mensagem] [link] Lua adversa Cecília Meireles
Tenho fases, como a lua Fases que vão e que vêm, E roda a melancolia |
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